[Valid Atom 1.0] Cirurgia Plástica - Respostas

quinta-feira, 10 de março de 2016

DETALHES QUE VOCÊ PRECISA SABER ATÉ O DIA DA CIRURGIA PLÁSTICA



Ácido Acetilsalicílico – um dos medicamentos mais populares, o AAS frequentemente tem seu uso suspenso por quem vai se submeter a uma cirurgia plástica. Acontece que ele é um antiagregador plaquetário e, portanto, provoca o aumento de sangramento. 

Além de prejudicar o próprio intercurso cirúrgico, essa sua característica propicia o surgimento de equimoses após a operação. No momento em que a operação for marcada, o AAS deve ser excluído da vida do paciente, porque mesmo um único comprimido pode criar problemas. 

Quem sofre de enxaqueca ou outros males do gênero pode optar por analgésicos que não sejam derivados do ácido acetilsalicílico, como é o caso do paracetamol e da dipirona. Hormônios para tirar o apetite e fórmulas emagrecedoras também devem ser evitadas.

Cigarro – toda pessoa que fuma pode apresentar deficiência circulatória, sobretudo na pele, o que, por sua vez, pode influir negativamente no processo de cicatrização. Por isso, reduzir – ou suspender – o número de cigarros seria muito interessante, mas às vezes isso causa tanta angústia ao paciente que o benefício não compensaria.

Menstruação – Não há inconveniente em se realizar a cirurgia no período menstrual. O que não é aconselhável é uma operação na mama um ou dois dias antes da chegada da menstruação, quando o organismo recebe descargas hormonais ficando mais propício a sangramentos.

Sol e produtos – a exposição ao sol e o uso de produtos estéticos possuem significados diferentes em cada tipo de operação. Para uma cirurgia de face, por exemplo, é interessante realizar previamente uma drenagem linfática caso a pele esteja muito maltratada.

O Dia D – A partir do momento em que o paciente marca a data de sua operação, ele vai levar uma vida normal até a noite anterior ao “Dia D”. Mas só quem for se submeter uma anestesia geral sofrerá mudanças em sua rotina. Esses vão realizar um jejum de oito horas – até o horário da cirurgia – que exclui até água do cardápio. 

Não é necessário levar nenhuma grande bagagem para a clínica, apenas a escova de dente e alguns objetos pessoais. A internação varia em função da cirurgia. Não depende do paciente, mas do tipo de cirurgia e de anestesia.





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quarta-feira, 9 de março de 2016

Saiba TUDO sobre O PRÉ-OPERATÓRIO geral para a CIRURGIA PLÁSTICA





O primeiro passo para a cirurgia plástica é a realização de um cuidadoso pré-operatório. Nessa fase de preparação estão incluídas a primeira consulta, uma bateria de exames clínicos e também uma conversa franca e esclarecedora com o cirurgião. 

Ao contrário do pós-operatório, que é absolutamente diferenciado e específico, o pré-operatório é praticamente o mesmo para todas as plásticas. E se traduz num procedimento normalmente simples porque a maioria dos pacientes que procuram a operação estética não está doente e não procurou a clínica para tratar de algum problema médico, mas para cuidar de sua saúde, no seu sentido mais amplo: buscando aumentar a sua qualidade de vida através da sensação de confiança e bem-estar completo que só uma operação estética pode proporcionar.


A expectativa – É muito importante que o paciente examine atentamente quais são os seus reais desejos em relação à cirurgia que pretende fazer, realizando inclusive uma espécie de investigação psicológica sobre suas motivações. Se possui ambições externas ao seu próprio corpo – como, por exemplo, reconquistar um antigo amor – o paciente pode estar iniciando o caminho para uma desilusão. 

Por isso, não cultivar expectativas muito altas assim é um bom começo. Além disso, cada pessoa reage de maneira peculiar às cirurgias.

O processo de cicatrização, por exemplo, – provavelmente a maior preocupação de quem pretende realizar uma plástica – tem variações individuais e é algo que não se pode evitar. De toda incisão resulta uma cicatriz. 

O que o cirurgião faz é escolher as regiões mais adequadas para escondê-las, levando em conta as linhas de tensão da pele e os contornos naturais do corpo buscando sempre o melhor resultado possível. Para evitar frustrações, afina, ele tem em suas mãos um bisturi e não uma varinha de condão. 

A paciente que está consciente disso tem todas as chances de sair 100% satisfeita da clínica de cirurgia.


O papo – esta é a grande chance para que a paciente esclareça todas as suas dúvidas a respeito da cirurgia. E ela não deve desperdiçar a oportunidade de, logo na primeira consulta, dizer sem pudor o que deseja modificar em sua aparência. A partir daí, o cirurgião vai explicar as possibilidades de concretização dos seus desejos e de que forma eles poderão ser alcançados. 

Tudo pode – e deve – ser discutido, mas num ponto os pacientes devem se resignar: cabe somente ao médico decidir a técnica da cirurgia. Não adianta procurar a última novidade na imprensa e na televisão para então achar que ela se adapta perfeitamente ao seu caso. Mas muitos detalhes podem ser adiantados e decididos mutuamente, como é o caso do tipo de anestesia que será utilizado na operação. 

Nessa primeira entrevista é mostrado claramente – em frente ao espelho – o que a paciente vai perder ou ganhar. Também é comum que o cirurgião recorra a fotos de cirurgias já feitas para mostrar a localização e o tamanho da cicatriz resultante de cada operação. 

Só não é possível antecipar o grau de qualidade da cicatriz porque isso depende do organismo de cada um. 

Essa primeira consulta tem uma duração variável: muitas vezes o tempo é determinado pela paciente e a extensão de sua curiosidade. A maioria marca a cirurgia logo depois da primeira consulta, mas às vezes é importante uma segunda visita para o paciente que estiver se sentindo inseguro. E ela só deve passar à mesa de operação quando estiver 100% certo de sua opção.



Histórico – é uma espécie de questionário e que o cirurgião verifica o passado e o presente da saúde da paciente. Esse mapeamento médico chama-se anamnese

Nela, a paciente relatará as doenças que sofreu, se já foi operado anteriormente, se tem algum tipo de alergia e se é fumante ou não. Entre uma série de outros itens, relacionará ainda os remédios que toma porque alguns terão que ser suspensos. O importante é que nada seja omitido e que o paciente confie a seu médico o maior número de informações possíveis.


Os Exames – o pré-operatório inclui análise sanguínea, exame de urina e eletrocardiograma. Dentro do primeiro serão feitos hemograma completo – para verificar se as hemácias estão normais ou se há sinal de anemia e ainda a ocorrência de algum tipo de infecção ou alergia –, coagulograma completo e dosagem de glicose – que indicará diabetes, porque em caso positivo a paciente receberá cuidados específicos durante a operação. 

Os exames de uréia e creatinina verificam a função renal da paciente e o eletrocardiograma normalmente só é requisitado a pacientes com mais de 40 anos de idade. A presença de cada um desses problemas pode impedir, ou pelo menos adiar, a realização da cirurgia, especialmente se ela for de grande porte, como é o caso, por exemplo, da associação da mastoplastia redutora com uma abdominoplastia. 

Assim, é preciso estar com a função renal preservada porque alguns anestésicos ministrados durante a operação são eliminados via rim.

A porcentagem de glóbulos vermelhos no sangue deve estar normal porque eventualmente há perda de sangue. Mas cada uma dessas situações será analisada individualmente, afinal um hemócrito baixo pode ser circunstancial e temporário: uma consequência, por exemplo, de uma menstruação mais intensa ou de um regime alimentar. A cirurgia poderá ser realizada assim que a situação se normalizar.

terça-feira, 8 de março de 2016

Conheça o PERFIL de quem precisa fazer CIRURGIA PLÁSTICA



Quem Quer?

Aquela categoria especial de pessoas que entende a importância do equilíbrio na relação entre mente e corpo, e sabe muito bem o quanto o bem-estar interior depende da satisfação exterior. É uma gente que já se afastou de si antiquados preconceitos que enxergavam na beleza um conceito superficial e alienante. 

Pessoas vaidosas no bom sentido, que gostam de se cuidar e sentem prazer em viver bem, são as que procuram os benefícios da cirurgia plástica. Entre elas, muitas se sentem incentivadas a procurar uma operação estética por motivos profissionais. Normalmente isso acontece com quem trabalha em contato com o público e precisa cultivar uma boa imagem.

Nas clínicas, a maioria dos pacientes ainda é do sexo feminino. Mas um numero cada vez maior de homens tem abandonado as trincheiras da timidez, invadindo o terreno da estética para melhorar o seu visual.

Quem pode?

Todo mundo. O Brasil em reconhecido, internacionalmente, por ser o país onde se formaram, se desenvolveram e trabalham alguns dos mais respeitados cirurgiões plásticos do planeta.

Não é à toa que aqui a pratica é mais popularizada do que em muitas regiões do primeiro mundo. Com uma vantagem: temos cirurgias plásticas para todos os bolsos. Das clínicas mais sofisticadas aos centros médicos mais populares, existem opções para todas as classes sociais.

Ninguém deve, portanto, temer a questão do dinheiro e, muito menos, abandonar o sonho de uma intervenção estética sem antes consultar a tabela de preços de uma especialista. A surpresa poderá ser muito mais agradável do que se imagina.

Para levar adiante o  seu projeto de mudança pessoal é só verificar com o médico as suas condições gerais de saúde, e se a cirurgia desejada tem algum limite de idade. Em geral, não tem. 
Ao contrário do que parece, a cirurgia plástica não é um privilegio da elite, é democrática. 

Para chegar até ela só há uma condição: querer. E ninguém vai querer esperar o tempo passar para ficar de bem com o próprio corpo.  

Quem precisa?

Quem há vários verões deixou de frequentar a praia. Quem usa um manequim três números acima do correto para esconder as próprias formas. Quem recorre a quilos de pancake para disfarçar o estado da pele ou o formato do nariz. 

Quem está sempre desejando mudar algum traço de sua aparência. Enfim, deve recorrer à cirurgia plástica toda pessoa que não está feliz com alguma parte do seu corpo. E, principalmente, quem sente que essa insatisfação está interferindo de forma negativa em sua vida, criando dificuldades e inibições sociais devido a algum coplexo estético.

domingo, 6 de março de 2016

Cirurgia Plástica, por que mais é menos?




De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, em 2014, os americanos, entre 55 anos ou mais, realizaram 24% de todos os procedimentos de cirurgia plástica, enquanto aqueles com idade entre 40 e 54 anos realizaram cerca de 34%, a maior porcentagem de todas as faixas etárias.

Os procedimentos mais desejados entre os que estão entre 40 e 54 anos são os que contribuem para o rejuvenescimento facial. “Esse grupo opta mais por procedimentos não-cirúrgicos, como: preenchimentos e a aplicação de toxina botulínica. Os liftings de pálpebra e de sobrancelha também são muito procurados”, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada (CRM-SP 62.735), de São Paulo.


A cirurgiã plástica cearense Adivânia Pinheiro (CRM 10565 / RQE 6285) diz que mulheres nessa faixa etária recorrem mais à cirurgia por sofrerem mais com a flacidez e o surgimento de rugas e sulcos, causados pela menopausa e a queda na produção de hormônios. “Os homens também sofrem com o envelhecimento muito acelerado nesta etapa da vida”.


Mesmo sofrendo os efeitos do envelhecimento a todo vapor, homens e mulheres acham que menos é mais e um ajuste mínimo é o suficiente para que se sintam bem, assim como acontece com a atriz americana Kim Basinger, linda aos 62 anos, com pequenos retoques. “Eles desejam que o resultado da cirurgia plástica seja o mais natural possível”, conta Adivânia Pinheiro.


Além dos procedimentos para combater os sinais de envelhecimento, há uma tendência de cirurgias de mamas entre as mulheres na casa dos 50, embora não da maneira usual. “Na verdade, são atualizações da cirurgia de mama que elas fizeram quando eram mais jovens”, observa o cirurgião plástico Ruben Penteado. Isso não significa que as mulheres estão aumentando as mamas, muitas vezes, estão apenas fazendo uma atualização da cirurgia anterior.


Para a maior parte dos pacientes com mais de 50 anos, ao optarem por uma cirurgia plástica, o objetivo não é parecer mais jovem, mas ter um olhar, uma aparência menos cansada. “Isso é o que é relevante para essa faixa etária”. Preferências estéticas evoluem naturalmente ao longo do tempo. O cirurgião plástico precisa estar atento a esses fatos.



“EU ME ARREPENDO DE TER FEITO”
Por volta dos 50 anos, atriz Fernanda Montenegro retirou as bolsas debaixo dos olhos. “Só que voltaram com mais violência, de maneira que tiveram muito mais personalidade e eu não vou mais mexer nisso”, conta.